FELIZ ANO NOVO!!

2 de janeiro de 2012

Cortar o tempo

Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.

Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.

Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente

Carlos Drummond de Andrade

 

Fonte: http://pensador.uol.com.br/poemas_de_esperanca/2/

PARA ENTENDER AS FESTAS (E ENTRETER OS PARENTES)

19 de dezembro de 2011

Todos os anos repetimos o mesmo ritual nos dias 24 e 25. Muita gente não sabe extamente por quê. Elaboramos um almanaque sobre o natal. Ele poderá ser usado para você mudar de assunto naquele momento da festa em que seu cunhado vai contar a mesma história pelo décimo ano seguido.

 Por Nelito Fernandes

1. Por que no dia 25?

Porque foi quando Jesus Cristo nasceu, diria um leitor apressado. Não exatamente. Os povos antigos (e não estamos falando do seu tio) comemoravam o solstício de inverno -  a noite mais longa do ano -, que normalmente acontece no Hemisfério Norte por volta do dia 22. Na Roma Antiga, celebravam-se dois festivais: a Saturnalia, de 17 a 23 de dezembro, e o Sol Invictus, no dia 25, uma homenagem ao sol que vence o inverno. O dia 25 de dezembro seria também a data de nascimento do deus persa Mitra, o Sol da Virtude. A reportagem não conseguiu localizar a certidão de nascimento de Mitra, então vamos manter o condicional “seria”.

2. Onde Jesus entra na História?

A proveitando a  popularidade da data e a tradição das festas, a Igreja Católica achou por bem dizer que o menino Jesus nasceu naquele período, também em 25 de dezembro. Existem algumas evidências de que Jesus não veio ao mundo nem sequer naquele mês. A Bílbia cita pastores fazendo vigília à noite com ovelhas no dia de nascimento de Cristo. Mas, nessa época do ano, essas vigílias não eram comuns por causa do frio. O tema é polêmico e já foi objeto de muitos estudos e discussão. A dúvida, portanto, continua.

3. De onde surgiu a árvore de natal?

Também existem várias teorias. A mais aceita pelos historiadores é que a tradição da árvore tenha surgido na Alemanha. Certa noite, o padre Martinho Lutero (1483 – 1546), que liderou a reforma protestante, caminhava por uma trilha quando viu o céu estrelado através da copa de pinheiros. Ele resolveu recriar aquele momento. Levou um galho da árvore para a sala e pendurou uma estrela. O padre dizia às crianças que a árvore com penduricalhos representava a posição das estrelas no céu quando Jesus nasceu. É por isso que os pinheiros são os preferidos hoje em dia.

4. Quem foi o Papai Noel?

O Bom Velhinho de carne e osso – Seu Nicolau – teria nascido em Patras, na Grécia, no século IV. Era de família rica e, generoso, dava presentes às crianças em um dia da primavera. Depois que seus pais morreram, doou seus bens e virou bispo. Popular, ganhou fama de milagreiro e foi canonizado. A Igreja Católica propôs fixar a data de distribuição de presentes de São Nicolau no dia 25, para coincidir com o nascimento de Jesus. A chaminé netrou na história porque, diz a lenda, Nicolau fazia doações anônimas jogando sacos de moedas pelas chaminés. Nicolau virou Noel, termo que significa Natal em francês.

5. Por que ele usa vermelho?

Até o século XIX, Papai Noel era desenhado como um bispo montado num cavalo, distribuindo presentes às crianças. Em 1862, ficaram muito populares as ilustrações do cartunista americano Thomas Nast, que desenhava Papai Noel do tamanho de um duende, descendo a chaminé. Quatro anos depois, Nast pintou de vermelho a roupa de Papai Noel. Existe uma lenda que diz que o Bom Velhinho usa vermelho por causa da Coca-Cola, mas não é verdade. A própria empresa diz em seu site que foi Nast quem vestiu o duende nessa cor. Mas foi a Coca-Cola a responsável pela imagem de Papai Noel que temos hoje.  Tm 1931, a fabricante de refrigerantes fez um anúncio de revista mostrando-o como um barbudo simpático e gorducho. E, claro, de roupa vermelha.

6. E a rabanada?

Ela veio de Portugal, onde há muito tempo ela é consumida na véspera do Natal. A iguaria era muito apreciada pelos pobres, porque reutilizava pães velhos. Agora você já sabe de onde veio a rabanada. E para onde ela vai? Pergunte a seu professor na academia.

Fonte: Revista ÉPOCA, 19 de dezembro de 2011.

CLIPPING DE REVISTAS

21 de novembro de 2011

Estas são as revistas que acabam de chegar à Biblioteca:

(Edição 2244. Ano 44. Nº 47. 23 de Novembro de 2011)

Matéria da capa: O que é ser normal? Novos estudos revolucionam o conceito de saúde mental.

(Nº 705. 21 de Novembro de 2011)

Matéria da capa: O guia do turismo saudável: 18 destinos de férias para você passear, se divertir, namorar e cuidar do corpo – sem estressar nem engordar.

(Ano 35. Nº 2193. 23 de Novembro de 2011)

Matéria da capa: Guarda compartilhada: dividir igualmente o tempo e a responsabilidade sobre a criação dos filhos está se tornando regra entre os pais que se separam no Brasil. A Justiça já considera que essa é a melhor opção e os especialistas explicam que assim as crianças crescem mais felizes e saudáveis.

(Ano 14. Nº 737. 23 de Novembro de 2011)

Matéria da capa: O construtor do luxo: os investimentos arrojados e os próximos passos de José Auriemo Neto, presidente da JHSF, que atinge a marca de R$ 1 bilhão em receitas vendendo exclusividade com seus shoppings, torres residenciais e comerciais, hotéis e até uma minicidade voltados para o topo da pirâmide de consumo.

Pragas do girassol

21 de novembro de 2011

Não é novidade que a introdução de uma cultura sempre vem acompanhada dos insetos e doenças associados a ela. Com a cultura do girassol não é diferente e algumas pragas já começam a preocupar, pois o rápido aumento da área plantada vem favorecendo também um aumento das pragas, algumas delas consideradas, até então, secundárias para o girassol [...] 

As espécies de pragas mais importantes do girassol variam de acordo com a fase de desenvolvimento da cultura. O combate é mais problemático durante a floração, pois, além da dificuldade para a entrada de máquinas devido ao porte alto das plantas, deve-se evitar o uso de inseticidas prejudiciais aos polinizadores, especialmente as abelhas e inimigos naturais.

Na fase inicial da cultura as pragas mais importantes são o percevejo castanho, lagarta rosca e algumas larvas de besouros como vaquinha e besouro do capítulo. Depois do estabelecimento da cultura até a floração, os maiores danos são causados por lagartas desfolhadeiras como a falsa medideira, lagarta da soja e lagarta do algodão, além de besouros, entre eles a vaquinha. Na fase de frutificação os percevejos e besouro do capítulo são as pragas mais importantes.

Além dos insetos relacionados abaixo, existem outros, geralmente de menor importância, mas que também devem ser monitorados. Exemplo: formigas, minadores das folhas, Idi amim (Lagria villosa), Pseudoplusia includens, etc…

Leia a matéria completa disponível em: http://www.grupocultivar.com.br/site/content/artigos/artigos.php?id=169

Treinamento em habilidades sociais

21 de novembro de 2011

Optar por ser ou não assertivo é saber se adaptar às circunstâncias:uma competência necessária para se manter uma relação interpessoal bem-sucedida, que leva em conta o contexto de cada situação

Por Mônica Portella e Veruska Santos

A pessoa agressiva geralmente consegue aquilo que quer. Ela é direta, incisiva, usa um tom de voz alto, utiliza o dedo em riste. Muitas vezes faz ameaças, possui um volume alto e a velocidade da fala é rápida. O fato é que, na maioria das vezes, o agressivo consegue sua meta, no entanto, em longo prazo, a agressividade tem um custo alto. Para Caballo (2008), Smith (1997), Alberti e Emmons (2008), a raiva tem um efeito muito negativo na clareza e eficácia da comunicação com as outras pessoas. Elas prestam mais atenção à raiva e menos ao que está se tentando comunicar. O agressivo desrespeita os direitos individuais dos demais e faz que o outro se sinta magoado, indefeso e humilhado. Sua atitude gera ressentimento e frustração, sentimentos que mais tarde poderão retornar como vingança. [...]

Leia a matéria completa em: http://psiquecienciaevida.uol.com.br/ESPS/Edicoes/63/artigo212045-2.asp

 

CLIPPING DE REVISTAS

7 de novembro de 2011

Estas são as revistas que acabam de chegar à Biblioteca:

(Edição 2242. Ano 44. Nº 45. 09 de Novembro de 2011)

Matéria da capa: Os bastidores da luta de Lula contra o câncer.

(Nº 703. 07 de Novembro de 2011)

Matéria da capa: O SUS e o preconceito: ÉPOCA investiga o sistema público de saúde e revela que – em alguns hospitais – ele funciona melhor do que sugerem as baixarias contra Lula.

(Ano 35. Nº 2191. 09 de Novembro de 2011)

Matéria da capa: A grande batalha de Lula: a comoção popular e os bastidores da luta do ex-presidente contra o câncer. O momento em que dona Marisa se desesperou e as reações dos irmãos de Lula; a hesitação e o medo do ex-presidente antes do diagnóstico; os primeiros dias após o tratamento e os desdobramentos políticos do caso para o PT e para o Brasil.

(Ano 14. Nº 735. 09 de Novembro de 2011)

Matéria da capa: You Tube agora na sua TV . O portal de vídeos do Google vira concorrente direto das emissoras de TV, com transmissões globais ao vivo, aluguel de filmes e canais exclusivos de celebridades, como Madonna e Ashton Kutcher. Saiba como isso mudará os negócios da telinha.

LER SEM PRESSA

31 de outubro de 2011

Na contramão do mundo de 140 caracteres do Twitter, surge o slow reading, movimento que prega a leitura com calma.

Por Luciani Gomes

A pressa é a alma da sociedade moderna. Mas, na contramão, surgem movimentos para propagar a calma. Ou melhor, a degustação de tudo que pode ser feito mais devagar. Assim como o fast food (comida rápida) teve o movimento reverso, o slow food (hábito de comer devagar), agora é a vez de desbancar o speed reading, ou leitura dinâmica. Bem-vindos ao tempo do slow reading -  a leitura que é feita lentamente com o objetivo de valorizar a reflexão. [...]

Leia a matéria completa na revista Isto é de 02 de Novembro de 2011, disponível na Biblioteca.

CLIPPING DE REVISTAS

31 de outubro de 2011

Estas são as revistas que acabam de chegar à Biblioteca:

(Edição 2241. Ano 44. Nº 44. 02 de Novembro de 2011)

Matéria da capa: Chegou o bebê nº 7 bilhões: a espaçonave Terra está ficando pequena.

(Nº 702. 31 de Outubro de 2011)

Matéria da capa: A internet faz mal ao cérebro? A verdade e a fantasia nas pesquisas que acusam a tecnologia de nos deixar burros, distraídos e preguiçosos. E mais: EXCLUSIVO: Novos grampos implicam o governador de Brasília no escândalo do Esporte. Por que as meninas agridem mais que meninos. As melhores empresas do mundo para trabalhar estão no Brasil.

(Ano 35. Nº 2190. 02 de Novembro de 2011)

Matéria da capa: O esquema de Agnelo: em vídeo, testemunha revela com detalhes como o atual governador de Brasília montou um propinoduto para desviar dinheiro público no Ministério do Esporte. Organograma com o nome dos operadores e o papel de cada um na rede de corrupção. As notas frias e as empresas de fachada. Como era feita a distribuição da propina. Os documentos, já em poder da Justiça, que mostram a ligação de Agnelo Queiroz com as ONGs irregulares.

(Edição 1003. Ano 45. Nº 21. 02 de Novembro de 2011)

Matéria da capa: A fuga da bolsa: por que milhares de pequenos investidores brasileiros pararam de comprar e vender ações nos últimos meses -  e o que isso significa para o futuro do mercado de capitais no país.

(Ano 14. Nº 734. 02 de Novembro de 2011)

Matéria da capa: Os caminhos alternativos dos herdeiros. Como seis jovens empreendedores das famílias AMARO, SETUBAL, KLEIN, ROSSI, AURIEMO e BUAIZ encontraram o sucesso em negócios independentes dos grandes grupos fundados por seus pais e avôs.

CONSUMO CONSCIÊNTE

26 de outubro de 2011

Como a propaganda e as marcas podem ajudar a preservar a vida humana no planeta

Por Hélio Mattar

A adoção de processos sustentáveis é uma questão não de escolha, mas de sobrevivência. Não desta ou daquela empresa, mas da vida de todos os indivíduos do planeta. Portanto, é imprescindível que os valores da sustentabilidade sejam incorporados a marcas, bens, serviços e aos pequenos atos do cotidiano.

Pesquisas realizadas ao longo de dez anos de trabalho para conscientizar a população das formas mais racionais e sustentáveis de consumir comprovam que quem investe em sustentabilidade ganha também na preferência do consumidor. [...]

As empresas obviamente precisam de lucros, mas os interesses empresariais devem ir muito além da esfera monetária e focar, principalmente, uma sociedade melhor para todos. [..]

Leia mais na revista Folha TOP MINF do dia 26 de Outubro de 2011

Ou acesse: http://www1.folha.uol.com.br/topofmind/996028-opiniao-consumo-consciente.shtml

O vestuário alegórico em Gil Vicente

24 de outubro de 2011

 

 

A roupa acompanha a humanidade desde o início de sua evolução. A veste surge na pré-história. Tal vestuário, feito de pele de animais, geralmente de urso ou rena, confeccionado manualmente, com o auxílio de agulhas de osso, pelas mulheres, tinha apenas a função prática – proteger o corpo diante da instabilidade climática

Por Érica Fernanda B. C. P. de Souza

A indumentária atinge seu apogeu na Idade Média, pois passa por inúmeras transformações, como alteração no corte, modificação no comprimento, tonalidades diversificadas. O traje medieval português é o resultado da influência de vestes de inúmeros países. No século XII, os portugueses usavam vestes amplas, como a túnica e a toga, típicas de Roma. A moda francesa esteve presente, entre os lusíadas, nos séculos XII e XIV. O vestuário inglês e italiano predominou no século XIV. As alterações da indumentária, no século XV, foram impulsionadas por Borgonha. A roupa mulçumana configurou entre os portugueses por meio de peças mouriscas e panos do Islam.

As vestes medievais eram confeccionadas manualmente, em casa. No entanto, os alfaiates eram os responsáveis pela elaboração do vestuário da aristocracia. Destarte, surge, no final da Idade Média, o conceito de moda. A indumentária passa a funcionar como um identificador social e diferenciador da individualidade.

Leia a matéria completa na Revista Literatura, disponível em: http://literatura.uol.com.br/literatura/figuras-linguagem/38/o-vestuario-alegorico-em-gil-vicente-a-roupa-acompanha-228179-1.asp